Postagens

  Hoje me visto de felicidade. Viver é isso — pura arte. Entregar ao dia o seu mais belo sorriso. Viver é quebrar silêncios! É refazer todas as páginas. Afinal, o tempo corre e não espera que a gente ande na sua velocidade. — Rosi Alves
  Reconstruí minhas asas, Curei minhas cicatrizes. É que tenho um anjo ao meu lado, Equilibrando o ritmo dos meus passos. Faz minhas lágrimas serem doces... Vê aromas e não perfumes, Reconhece traços e não vestes, Respira felicidade e improvisa tristeza, Sabe o valor de um abraço, De um sorriso desencontrado. A gente voa tão rápido Que esquece de ser feliz! (Rosi Alves)
  Linhas de flores e mar... Gritei silenciosamente. Tentei evitar o adeus... Nunca esqueci a maneira do seu olhar (vazio). Existiam linhas de flores e mar! Falas precipitadas cortavam o coração, E eu me perdi ao corresponder aos seus estímulos. Meus braços não tinham o tamanho da sua alma. Nas primeiras horas do dia, você não estava aqui. Alguém deveria arrancar essas linhas amareladas, Costurar minha saudade com traços de amor, Ter, enfim, meus melhores dias sem memorizar sua face, Sem viver de lembranças e de saudades suas. Meus passos foram flores em suas mãos. E você não percebeu o amor que te entreguei. É melhor a solidão do que viver paixões traiçoeiras. Perdi-me em você sem reinventar meus próprios sonhos. Perdi-me nesse mar, sem ao menos deixar nenhum rascunho de nós. — Rosi Alves
  Quero a razão sem seus doces argumentos, Já desbotei o sol, não posso mais brincar com o tempo. Desejo confundir os ponteiros e observar seus movimentos, Organizar as emoções e não me perder de amor. (Rosi Alves)
  Não há uma rota. Viver é um caminho sem volta. Quem segue é o mundo, E a gente gira... Tentando se encontrar. (Rosi Alves)
  Me disseram que eu precisava caminhar, superexigente, quis muito mais. Dancei ao som da estrada; não caminhei, levitava! Porque não me cabe mais a solidão, não precisei de escoras e desculpas. Dessa vez, decidi ser feliz sozinha. (Rosi Alves)
  Amo-te pela geografia do olhar, Da tranquilidade nas palavras, Ou talvez pelo que nunca terei de ti. (Rosi Alves)