Controlar...

 


Aprender a ter controle dos meus atos seria um feito heroico. Sempre penso que daria aquela súbita respirada que alivia o pico dos dez segundos, mas não: sempre faço questão de deixar claro que sei o que a pessoa leva no coração. Sendo que seria mais educado fingir-me de besta e deixar que as pessoas interpretem os seus papéis sem contrarregras, sem deixar óbvio o fato de eu saber quando gostam de mim ou não.

Rosi Alves

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