Choras entre o ventre da noite

todas as tuas ilusões,
toda a saudade.

Lágrimas perdidas,
latentes a desenhar a dor.

Transforma em lembranças
o amor que me alimenta,
que sustenta as minhas horas.

Numa carícia profunda,
a vida foge, esquiva-se.
Enquanto tentas
silenciar a minha alma,
que grita com urgência
esse amor...

(Rosi Alves)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Morde e assopra...

Não é necessário...

Tempo...